Essa agonia não me deixa dormir
Vem desde sempre ironizar
Aquilo que eu tenho de você
Não vejo porque esperar
Aquilo que quero sentir e elevar
Provoca meu corpo
Viajo na ilusão de conhecer o seu íntimo
Até que desperto
E volto agonizar na aparência, na demência
Chame como quiser
Defina como achar melhor
Aquilo que pareço ou exerço
Na pseudo existencia desse fervor